O meu destino ( rascunho libertado )
As vezes pergunto-me de que me serve não acreditar no destino se o fim é sempre o mesmo em espirais que se enrolam infinitamente.
Não me digam que me avisaram, porque neste caso os avisos não chegam para evitar o que quer que seja! Nao comigo, que acredito em algo que não existe, em romantismos dos tempos dos contos de fadas, em princesas já libertas do fogo dos seus guardiões alados! O único destino a que me agarro, hoje, é o fado que ecoa no nosso canto no camião, porque, por agora, em nada mais me apetece segurar para lutar.
(6 fevereiro 2009)

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