Em angola…
… continuo a ODIAR Domingos!!!
… continuo a ODIAR Domingos!!!
Finalmente, a chuva chegou.
Finalmente a cidade foi tomada pelo nevoeiro.
Finalmente sinto a alma a lavar!
Ai este cheiro, esta cor…. estes sons!
Porque os the gift continuam a ter a letra certa, com a música certa para me interpretar os momentos da vida…
Look at me
Here is my melody
It’s not a symphony
Sounds like the end to me
Sounds like the time we spent
Sounds like the end… always end
Sounds like the time we kissed
Sounds like all good we missed
Sounds what it means to be
It’s not a symphony
Sounds what it means to be
It’s not a symphony
And every time
I lay down in my bed and rest down my head
I wait for the end
I don’t know what I’ve yearned
Don’t know what I’ve expected
Cause the end it’s always the end
How the end always end . The Gift . Vinyl
Parece que abriu oficialmente a época das despedidas.
É um sentimento estranho, este, o da ambiguidade!!!
Dou por mim, a contar os dias que faltam, para regressar a casa, para as noites de cafés e chás, para as futeboladas marcadas a dias certos da semana, ao regresso à vida pura e dura de freelancer, aos amigos de sempre, à mãe, ao pai, às descidas de Lisboa em bicicleta, ao volante que se agarra, muitas vezes em direcção ao desconhecido.
Dou por mim a sentir faltas das rotinas, do café ao sair de casa, com o jornal com notícias do dia. Com as primeiras páginas polémicas e ainda mais ridículas do record, com os pasteis de nata. Com as idas à Fnac, com o ouvir a língua mãe e sentir a Luz que só em Lisboa consegui deslumbrar.
Mas, já começo a sentir saudades… Saudades de morar com vista para o Mar, que me acorda todos os dias do outro lado da Rua. Saudades de ver o Por do Sol, mesmo à minha frente, todos os dias, sem nada entre nós. Saudades destas esplanadas, do The Walk, do dinheiro “certinho” a meio do mês…
Mas acima de tudo Saudades daquilo que importa, que realmente importa! Saudades da Familia que cá construímos, daqueles que se apoiaram, durante noves meses, uns aos outros… qdo mais ninguém “daqueles que é costume” cá estava.
Dos amigos, que dia-a-dia, no trabalho, nos oitos e nas câmaras, na Intercom, na praia, na piscina… nas compras de prendas, nas jantaradas… nas noites de bebedeira ou só nos copos do Mai Tai… Dos dias que começam muito lá para a frente, mas sempre numa esplanada por aí…
Das noites que terminam no Starbucks.
Quando dizemos “temos uma equipa filha da puta”, sou o primeiro a concordar, mesmo não sabendo o que é ter uma outra equipa, profissional de televisão, com a dimensão desta.
Mesmo não sabendo se somos “os melhores”, porque nunca tive outra, com que podesse comparar… Chego ao fim, com a certeza que não poderia ter tido grupo melhor, mais unido, mais divertido e competente.
Quantos é que entrariam num táxi em busca de um que fugiu…
ou quantos é que esperariam outros tantos com cartazes, no aeroporto, pela ausência em trabalho, de quase um mês???
Não consigo, por muito que gostasse, de sintetizar, de materializar neste blog, o porquê de saber que vou sentir a vossa falta!
Muitos estaremos divididos por uma A1, outros bem perto…alguns teremos umas fronteiras que nos separarão.
A verdade é que não estarão aquela distância, à distância dos elevadores super-rapidos que em 25s sobem do Ground Level ao 49º Andar desta torre que já é nossa, por direito.
Fogem-me as palavras de uma forma que eu odeio! Mas foge-me tb a razão…
Destes 9 meses, guardo-vos convosco, guardo a vossa amizade, guardo tudo aquilo que me ensinaram.
Por nos termos cruzado…
…Obrigado!

Em Abril, de 74, não era nascido.
Não acompanhei a incursão, a disputa, o grito de revolta.
Não acompanhei as manifestações, as greves, os punhos cerrados que no Ar, com toda a força batiam na mesa.
Não estava lá.
Em Abril de 74, não era nascido.
Mas também a mim me devolveram a Liberdade.
Também a mim me fizeram crer, que um mundo melhor é possível.
Também a mim me provaram, que não há melhor caminho, que não seja o da Luta.
Abril de 74 nasceu em mim,
Nasceu comigo quando eu nasci.
Cresceu comigo enquanto eu cresci.
Mistura-se comigo, faz parte de um código, mais do que genético…
… De vida.
Abril não morreu, não ficou lá para trás num tempo que muitos querem fazer acreditar que é longínquo.
Abril não foi ultrapassado, continua na vanguarda. Na Vanguarda do Pensamento, da acção, do Sonho.
Abril Continua o Sonho, de quem bem acordado e com os pés cravados no chão, “cerra fileiras e parte à conquista do pão e da Paz”! De quem acredita que podemos “Construir um mundo melhor”.
Abril é música, é cultura. Abril é desporto, é lazer. Abril é Política, é educação. Abril é liberdade, é expresão. Abril é luta, é revolta. Abril é manifestação,é inconformista. Abril é Paz, é amor. Abril Somos nós.
É futuro, é conquista! É a crença!
É a luta diária pelo emprego, pelo trabalho. É a luta por melhores escolas, por melhor educação. É a luta para que sejamos ouvidos e não esquecidos!
Abril é a nossa Luta, A nossa vida, O nosso futuro.
Abril somos todos, e todos fazemos Abril
Pouco mais de um ano depois do décimo terceiro andar ter dado lugar ao balanço de brancos, neste novo endereço, com nova casa e nova cara, hoje recebemos o visitante 10000! é um numero, como qualquer outro, mas marca e é sempre um marco.
o visitante, esse, foi proveniente do http://pedacosdemim.wordpress.com/2008/07/03/estranho-este-sentimento/, por isso também um olá especial para a joana, autora do Blog!
Por isso, hoje, meio ausente, festejo a chegada do Décimo mil visitante.
Obrigado
Este blog tem andado um bocado apagado! Não é por nenhum motivo em especial ou fora do que já vos habituei! Este mês, mais pequeno, tem-nos dado mais trabalho e eu estou numa das minhas crises de motivação para escrever!
Aliás, eu até tinha publicado um novo post, mas infelizmente só foi publicado metade… estando a outra perdida algures no éter!
Num breve sumário dos últimos dias, futebol e mais futebol, muito pouco tempo para blogar, a visita do Pedro Tochas e sa Raquel ao Dubai para uns espectaculos as quais aproveitamos para ir e para nos conhecermos, enquantos demonstramos os nossos dotes( e mal) de cicerones emiratis
e mais um desert safari oferecido pela LIVE, empresa para a qual trabalhamos, que pelo meio me fez experimentar coisas novas, como por exemplo a sensação de estar num jipe que capotou a descer uma duna, e que ficou num lindo estado que mais tarde vos mostrarei! Não aconteceu nada de grave, estamos apenas um pouco doridos mas prontos para outra!!! ( ou não, ou não)!!!
Assim de repente, a grande novidade, aderi e estou viciadissimo no twitter e na comunidade que se criou! Podem-me seguir em www.twitter.com/calvas
P.s. – já não há megane! Nem me despedi! : s
Dubai, terra de puro consumismo puro, expoente máximo do capitalismo, símbolo da globalização…
Só aqui, se poderia criar algo conhecido como “Dubai Shopping Festival”.
Ruas iluminadas como se de natal se tratasse, pessoas em rumo aos centros comerciais, “malls”, como são por aqui intitulados. Sejam o Mall of the Emirates, o Dubai Mall, o Ibn Battuta Mall ou o Dubai Marina Mall, este último a mais recente abertura ( ou soft Launch, como chamam a estas aberturas permaturas de centros comerciais ainda em obras e com 2/3 das lojas fechadas.
O DSF, ou Dubai Shopping Festival, não é mais nem menos do que isso mesmo… um Festival de Compras ( a preços reduzidos, claro está… vulgos Saldos.
E é dentro deste espirito, mergulhado nesta época festiva, que eu me tenho desgraçado!
Ele é t-shirts e casacos da element e da burton, calções de banho da Billabong, calças da Salsa, long sleeves da timberland, casacos da Columbia, calções oakley e ainda não me dediquei aos ténis!!!
Mas de todos, a minha maior rendição ( e quase perdição), motivada pelo tempo e localização da minha habitação foram umas destas:

Ou seja, meus amigos, eu vendido que sou a estas coisas do consumismo, comprei umas havaianas!!!!
eu…
irreconhecivel!
(e gosto!!!)
até já
Passarei o dia em casa a tentar actualizar o blog!